Palavra do Presidente

A União da Democracia Cristã do Brasil, que é um partido político com sua identidade institucional, prosseguindo, através de seu processo de homologação junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dando conhecimento à sociedade em geral, os pilares estruturais sobre os quais se ergue todo o seu edifício ideológico da Democracia Cristã Conservadora.

Sabemos que o desinteresse instalado no seio da sociedade civil no que concerne à participação ativa na causa pública se deve, muitas vezes, à desmotivação e auto descredibilizarão, à apatia e à inércia de quem tem responsabilidades de direção dos órgãos políticos que atuam no panorama nacional. Nossos representantes políticos muitas das vezes estão em partidos, cujos compromissos nem sempre atendem os interesses macros das classes e os seus valores que a sociedade mais almeja. “Saúde, Educação, Segurança, Cidadania e valores familiares e o fim da Corrupção.

Na esfera política, o UDC procura preservar as instituições políticas e sociais que se desenvolveram ao longo do tempo e são fruto dos usos, costumes e tradições. O UDC conservador entende que as mudanças e o progresso são necessários para manter uma sociedade saudável, mas essas mudanças devem ser cautelosas e graduais. Assim, a política do UDC é a política da prudência, sempre preferindo manter e melhorar as instituições estáveis e testadas do que tentar rupturas para implantar modelos de sociedade e instituições advindas da razão humana. Essa postura coloca o pensamento conservador em conflito com ideologias essencialmente reformistas, que almejam criar uma sociedade “perfeita” pelo uso da política. Para o conservador, a política é a “arte do possível” e não um meio para se chegar a uma sociedade utópica.

Nas esferas social e moral, o UDC defende a manutenção dos usos, costumes e convenções, além de uma estrutura social e hierárquica tradicional. Na cultura, o conservadorismo valoriza as manifestações locais e uma identidade nacional.

Entendem que toda a comunidade deve adotar certos padrões de comportamento e certos valores para garantir uma coesão social e a identificação dos indivíduos com a comunidade.

O UDC defende o individualismo na esfera econômica. A defesa da propriedade privada também é vista como uma questão intimamente ligada à liberdade, pois não é possível ser livre se os meios de sobrevivência de um indivíduo estão nas mãos de outros, dos quais acaba se tornando dependente.

A Cidadania sempre foi e será a questão central da democracia cristã que queremos construir em nossa Pátria, representando o conjunto de direitos e deveres inerentes ao povo brasileiro, que será participante ativo protagonista da história da Nação; não mais mero figurante dos grandes acordos de elites opressoras, o povo será o grande mentor das decisões nacionais e o seu destinatário principal, através de seu instrumento de conquista e exercício do poder.

Jamais seremos uma nação desenvolvida enquanto isso que defendemos não se tornar a mais cristalina e palpável realidade. É com raízes fincadas no sonho de restaurar a ética nesse setor inevitável de nossa sociedade que nasce a União da Democracia Cristã do Brasil, para provar, como dois e dois são quatro, que uma profunda reforma política pode ser tão boa quanto inadiável.

Estaremos promovendo uma convergência de ideias e interesses em prol de um objetivo comum; passando pela ética, a honestidade, e se tornarem elementos essenciais da atividade política, fonte permanente de referência, monitoramento e vigilante da atuação dos agentes políticos, que serão cobrados em cada recanto desse país quanto ao seu respeito à vida, ao meio ambiente, aos direitos humanos e princípios básicos da fraternidade, igualdade e Justiça.

Nossos compromissos fundamentais com a democracia, a justiça, o desenvolvimento e a soberania nacional continuam os mesmos, tanto no discurso como na ação efetiva.

Assintura-Azul-Claudio-Avelar
Presidente da Executiva Nacional do UDC
União da Democracia Cristã do Brasil